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domingo, 12 de outubro de 2014
Nossa capa edição outubro/2014
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Pág. 04 - Quando o progresso estava nos trilhos
“Lá vai o trem com o menino / Lá
vai a vida a rodar/
Lá vai ciranda e destino / Cidade
e noite a girar
Lá vai o trem sem destino / Pro
dia novo encontrar
Correndo vai pela terra... / Vai
pela serra... / Vai pelo mar...
Cantando pela serra o luar / Correndo
entre as estrelas a voar / No ar, no ar...”
Ao visitar o Museu da Vale, e
avistar a Maria Fumaça, na frente do museu o visitante que conhece a história
do país certamente há de recordar-se dos acordes da famosa música “O Trenzinho
do Caipira”, composta pelo mestre Heitor Villa-Lobos em 1930, cuja letra
escrita por Ferreira Gullar foi anos mais tarde imortalizada pelo mineiro Edu
Lobo.
Quem conhece a letra e a melodia,
certamente há de fazer uma viagem no tempo e espaço, contido no seu íntimo e
voltar a ter sensação de ser criança novamente e brincar com um trem.
Nessa mágica ilusão do tempo,
observamos que, enquanto as crianças da região sudeste do Brasil, que
acompanharam a evolução dos transportes viviam nas cidades, sonhavam ou
brincavam de carros, ônibus e caminhões, enquanto as crianças que viviam em
lugares mais afastados dos centros urbanos, ao ouvir o soar do apito do trem,
tinham em suas mentes o desejo de serem maquinistas, esquentar as fornalhas do
trem e viajar mundo afora pelos trilhos do desenvolvimento.
A História da EFVM
Foi na segunda metade do século
XIX que a sonhada ligação ferroviária entre o interior de Minas Gerais e o
Porto de Vitória teve origem. Em fevereiro de 1902, o governo federal concedeu,
através de um decreto-lei, a criação da Companhia Estrada de Ferro Vitória a
Minas.
Inicialmente as duas concessões
ferroviárias distintas entre Vitória-ES a Peçanha-MG e de Peçanha-MG a
Araxá-MG, malograram pela falta de recursos e de viabilidade comercial.
Posteriormente quando se discutiam sobre qual o melhor traçado os engenheiros
Pedro Augusto Nolasco Pereira da Cunha e João Teixeira Soares, se destacaram
por vislumbrarem um novo horizonte e um novo traçado com base nos anteriores,
dando a oportunidade de ligar o norte mineiro com o mar.
Dessa forma, com o objetivo de
ligar Vitória-ES a Diamantina-MG, o primeiro trecho foi inaugurado em 13 de
maio de 1904, com 30 quilômetros e contando com três estações: Porto Velho,
Cariacica e Alfredo Maia.
O anúncio das descobertas de
novas jazidas de minério em Minas Gerais em 1908, fez com que o destino final
fosse alterado para a cidade de Itabira, onde uma grande mina seria explorada.
Ressalte-se o fato de que algumas
questões advindas nas décadas seguintes inclusive com o advento da Primeira
Guerra Mundial dificultaram o processo de expansão e modernização da Vitória a
Minas, dessa forma o primeiro carregamento de minério no Porto de Vitória só
ocorreu em 1940 e os trilhos só chegaram em Itabira dois anos depois.
A Estrada de Ferro Vitória a
Minas só ganhou impulso após 1942 – a partir da criação da Companhia Vale do
Rio Doce – formada a partir de acordos internacionais entre Brasil, Estados
Unidos e Inglaterra.
O progresso
Enquanto a década de 1950 foi
caracterizada pela introdução das primeiras locomotivas a diesel, a década de
60 trouxe consigo a substituição das locomotivas a vapor por locomotivas
diesel-elétricas. Além disso foram construídos novos ramais no vale do Rio
Piracicaba-MG e começou-se a pensar na ampliação da capacidade da linha para o
transporte de minério. Já a década de 70, foi marcada pela duplicação da linha.
Nas décadas de 80 e 90 houve o
aumento da capacidade de transporte por meio da diversificação de produtos
transportados juntamente com o minério de ferro.
Mesmo com a privatização da Vale,
ocorrida em 1997 os investimentos na ferrovia continuaram com a aquisição de
novas locomotivas e vagões em função do crescimento da produção do minério de
ferro.
Maria Fumaça
Popularmente conhecida como Maria
Fumaça, a locomotiva Mikado nº 185, fabricada pela Baldwin Locomotives Works na
Filadélfia, Estados Unidos, em agosto de 1945, é uma das últimas a vapor
adquiridas pela Vale na década de 40. Tem capacidade para puxar até 22 vagões
carregados de minério de ferro a uma velocidade de 25 km/h, sendo originalmente
operada por um maquinista, um foguista (que alimenta a fornalha e a caldeira) e
um graxeiro.
As locomotivas a vapor da Estrada
de Ferro Vitória a Minas foram gradualmente substituídas pelas diesel-elétricas
entre as décadas de 1950 e 1970. Restaurada pela última vez no primeiro
semestre de 1997 na oficina de vagões no Complexo de Tubarão da Vale, em
Vitória, Espírito Santo, por um grupo de aposentados da antiga oficina de João
Neiva, a Maria Fumaça encontra-se em condições normais de funcionamento.
A cobertura existente junto à
plataforma do Edifício Sede foi projetada e construída em 2005 especialmente
para abrigar a composição da Maria Fumaça (locomotiva, carro de passageiros e
vagão de cargas), protegendo-a das intempéries.
O Museu
O Museu Vale como é conhecido foi inaugurado em 15 de
outubro de 1998, e foi uma iniciativa da Fundação Vale uma vez que essa
instituição realiza ações, projetos e programas sociais nas regiões onde a Vale
está presente, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento dos
territórios e de fortalecer as pessoas e as comunidades, respeitando sempre as
identidades culturais locais. Porque a Fundação Vale acredita que investir em
equipamentos e programas de cultura é uma oportunidade de desenvolvimento
territorial, uma vez que fortalece as políticas públicas de cultura promovendo
a inclusão – em especial, de crianças e jovens.
Vale ressaltar que a participação em atividades culturais
traz impactos positivos para sociedades e indivíduos em outras múltiplas
dimensões: desenvolve capacidades e habilidades, estimula a criatividade,
fortalece a autoestima, cria valores e abre novas possibilidades de trabalho e
renda.
Com suas exposições, seminários e oficinas de arte, promove
o contato com a diversidade das linguagens, técnicas e estéticas
contemporâneas, incentivando muitos jovens a ingressarem no mercado de produção
artístico-cultural.
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Pág. 05 - Nelson Ferreira analisa o surf mundial
Continuando nosso papo com Nelson
Ferreira, nessa segunda parte mais ele faz uma análise do surf capixaba,
brasileiro e mundial. Relata os points preferidos dele no Espírito Santo, e
aborda ainda outros assuntos.
Ao fazer um retrospecto da
evolução do surf no Brasil, Nelson afirma que “o surf se notabilizou nas
décadas de 80 e 90” e que as melhores competições de surf no Espírito Santo,
ocorreram com o JS Setiba Surf, evento do qual ele sempre se destacou.
Seu currículo de títulos é vasto
e ele conta que os destaques são:
- Como destaques eu aponto os
três títulos no JS, que fazia parte do Campeonato Brasileiro. Fui campeão
brasileiro em Matinhos, em 1985; 3º lugar no ranking carioca profissional de
surf; 4º lugar no Campeonato Brasileiro de surf de 1987. Fora daqui do Espírito
Santo, eu conquistei títulos em Campos dos Goytacazes (RJ) e em Long Beach, na
South California como amador, afirma.
Entre os points preferidos e mais
utilizados na Grande Vitória, ele aponta Setiba, Jacaraípe e a Barra do Jucu.
Ao analisar a evolução do surf
comparando sua época com a fase atual, Nelson comenta que,
O surf evoluiu bastante em termos
de manobra e equipamento. Isso fez com que proporcionasse manobras diferentes,
como aéreas e outras com inversão aérea.
- Na minha época tinha aérea, e
hoje você tem a aérea que você inverte a prancha de um lado, dependendo do
equipamento te dá muita velocidade, e é muito leve, conta.
Sobre a situação do surf atual
Nelson comenta que,
- A nível internacional estamos
na melhor fase, nós temos hoje Kelly Slater liderando o ranking mundial e com
grande probabilidade de chegar ao título.
Se ele não conseguir esse ano,
daqui a dois ou três anos, ele vai conseguir.
Para ele, o surf brasileiro atual
está muito forte, mas mesmo assim passa por uma crise dentro do Brasil, uma vez
que a Associação Brasileira de Surf Profissional não está conseguindo realizar
grandes eventos.
Em relação ao cenário capixaba,
Nelson aponta como destaques Christian e Rafael Teixeira.
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Pag. 06 - Indoor Skate Champ
O Skate no estado do
Espírito Santo está numa crescente. A cada dia mais e mais pessoas de quase todas
as idades e classes sociais se identificam com o esporte e buscam de alguma
maneira aliar diversão, saúde física e qualidade de vida. Seja no longboard para aproveitar os fins de
tarde em nossas belas orlas, sejam no downhill
desbravando em alta velocidade as ladeiras mais ferozes ou com aquele cruiser pra chegar no trabalho ou na
escola de maneira mais rápida.
Na categoria street tem aquela galera que curte
mandar várias manobras nos bancos e corrimãos, e que inclusive há muitos
praticantes que complementam a renda familiar e visam um futuro profissional na
categoria. Para estes existem várias competições que visam mostrar o nível técnico,
divulgar marcas e levar a imagem do skate capixaba a todo país.
Com este objetivo foi
realizado nos dias 27 e 28 de setembro o
Indoor Skate Champ, o primeiro campeonato feito com parceria entre a Skate
Religion e a Disaster Skate Park em Coqueiral de Itaparica. No evento foram
avaliados mais de 70 atletas das categorias mirim, feminino, iniciante, amador
1 e amador 2, onde o público pôde apreciar de perto as manobras mais iradas.
No sábado aconteceram as
eliminatórias e ao escurecer, no telão foi apresentada a tão esperada premiere do lançamento mundial do vídeo
de skate da marca Blind deixando todos de boca aberta devido ao alto nível técnico.
No domingo as finais
agitaram o evento. Um arsenal de manobras em todos os cantos da pista. Destaque
para o skatista Marden Matheus de Minas Gerais, atual campeão antecipado do
circuito mineiro 2014, que com toda sua experiência veio ao nosso estado e
garantiu o lugar de campeão do evento na principal categoria Amador 1.
Confira os campeões:
MIRIM
1° - Gabriel “Cupim”
2° - Lucas Rezende
3° - Nahuel Ivan
INICIANTE
1° - Gabriel Oliveira “Sayajin”
2° - Tharik Souza
3° - João Marcos
AMADOR 2
1° - Krisley Vieira
2° - Paulo Henrique
3° - João Mendes
AMADOR 1
1° - Marden Matheus
2° - Fabio de Carli “Figurinha”
3° - Nathan Vianna
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Pág. 07 - Ele acredita!
Rodrigo Costa, jovem empresário de
Vila Velha que acredita no potencial dos atletas capixabas criou uma empresa
que dá total suporte a nova geração e já tem promessas até para as Olimpíadas
de 2016 no Brasil, mas como todos sabem não é tarefa fácil conseguir
patrocinadores e colaboradores para manter um atleta em um alto nível.
O Grupo G4 de Gerenciamento de
Carreira e Marketing Esportivo, tem uma equipe grande e que se dedica muito em
prol do atleta, para que ele consiga chegar a competição, bem treinado, com
hospedagem, alimentação, traslado com acompanhante (técnico/familiar) e todo o
suporte que ele precisa.
Além disso, os atletas do grupo G4
estudam inglês, pois para o ano de 2015 já há confirmadas competições nos EUA e
Abu Dhabi nos Emirados Arábes e pelo Brasil. Fora a agenda lotada até o fim do
ano de 2014 com competições regionais, nacionais e internacionais. Lutas
marcadas para Talent Combat, TUFF da Rede Globo e Jungle Fight.
O que Rodrigo sempre fala é,
“desistir nunca, e valorizar sempre”. Eu acredito e todo empresário capixaba
que gosta ou pratica esporte deveria acreditar no potencial de nossos atletas e
associar a sua marca ao Grupo G4 em prol do atleta uma vez que o esporte é a
bola da vez e nada melhor do que beneficiar a imagem da empresa junto a opinião
pública que, no fim vai gerar resultados positivos.
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Pág. 08 - Da luta greco-romana ao UFC, a evolução de um esporte que arrebata o sonho de tantos jovens
Não é dia de hoje que o homem usa
da sua força por uma questão de sobrevivência e afirmação do seu poder. Lembremos
que no inicio dos tempos quando o homem não utilizava o raciocínio ele precisava
da força para sobreviver, e esse uso da força foi sendo passado através dos
tempos até virar competição entre guerreiros e lutadores cada vez mais
obstinados a serem mais fortes do que os outros e conquistarem glórias e uma
melhor condição de vida.
A mais antiga das lutas é a luta greco-romana
onde homens se defrontavam para serem honrados por imperadores em arenas
preparadas especialmente para esse fim. A luta greco-romana foi uma das
primeiras modalidades esportivas utilizadas em Olimpíadas tanto da Idade Antiga
como os da Era Moderna.
No Oriente difundiu-se lutas mais
técnicas como: kung-fu, judô, taekwondo, karaté, e jiu-jitsu, as quais foram
denominadas de artes marciais. Uma vez que tais lutas empregam o uso da mente e
força com equilíbrio emocional e estratégias de derrubar o adversário em pontos
fracos. O maior precursor dessa arte pode ser considerado Bruce Lee.
Da Africa surgiu a capoeira, cuja
origem retrata uma luta, mas que no Brasil, ganhou ares de dança para enganar
os feitores das fazendas e os capitães do mato, e a capoeira expandiu-se pelo
mundo afora.
Da América difundiou-se o boxe e as
lutas livres que geralmente aconteciam em cais de portos através de estivadores
fortes e truculentos que faziam da luta uma forma de arrumar mais alguns
trocados.
Nos tempos modernos o Barão de
Coubertin resolveu reviver a emoção da prática de todos os tipos de esportes em
um país sede para o qual deveriam participar todos os atletas do mundo, com o intuito
de honrar “o mais alto, mais forte e mais rápido” dos atletas, que receberiam
como prêmio uma coroa de louros e medalhas de ouro, prata e bronze por seus
feitos.
Além da luta greco-romana foi incluído
nas Olimpiadas o boxe e o judô. O boxe foi imortalizado nos cinemas por
documentar a vida de Rock Balboa Marciano, interpretado por Sylvester Stalone,
mas do qual ainda lembramos de Muhammad Ali, George Foreman, Joe Louis, Mike
Tyson, Eder Jofre, Popó, e Maguila.
Atualmente o UFC é o maior evento
de lutas e sua popularidade já ultrapassou em números o nosso futebol
brasileiro. Podemos dizer que esse esporte hoje é considerado o top da linha de
sonhos de todos os atletas que em pequenas academias sonham virar em realidade
a possibilidade de conseguir ser chamado para lutar neste evento esportivo.
Apesar do UFC não ser considerado
um esporte de elite, uma vez que a maior parte dos atletas advém da linha menos
favorável da sociedade, este evento é sem sombra de dúvidas um dos que mais
atraem esses atletas financeiramente.
Aqui no estado do Espírito Santo
e também em todo o Brasil, é cada vez mais crescente o número de adeptos que
buscam o aperfeiçoamento na sua arte de lutar e conquistar maior tônus
muscular.
Isso faz com que surjam neste
caminho, empresários com o intuito de buscar patrocínios para seus atletas
criando assim uma nova forma econômica de trabalho e renda.
O Brasil conseguiu através da
família Gracie, introduzir o jiu-jitsu e posteriormente esse evento de combate
em diversos estados brasileiros, daí que atualmente vemos atletas como Anderson
Silva, MInotauro, Aldo e Vitor Belfort entre outros colocarem na cabeça desses
jovens o sonho de chegar ao topo, a elite, a fama, a conquista e a glória.
Esperamos que continue assim, uma
vez que nós brasileiros, adoramos eternizar ídolos que marcaram o esporte e
gerações de brasileiros como: Emerson Fittipaldi, Ayrton Senna, Éder Jofre,
Popó, Oscar, Hortência, Paula, Xandó, Bernard, Montanaro, Bernardinho, Isabel,
Pelé, Zico, Roberto Dinamite, Romário, Bebeto, Neymar, Robinho, Gustavo
Kuerten, Fernando Meligeni, Joaquim Cruz, João do Pulo, Xuxa, Gustavo Borge e
César Cielo entre tantos outros.
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Pág. 14 - A importância da suplementação aliada à reeducação alimentar.
No decorrer de nossas vidas nos deparamos com
hábitos alimentares adquiridos através de nossos familiares, da cultura do país
onde vivemos e até mesmo de nossas preferências por alimentos nem sempre são
saudáveis!
Estes
hábitos errôneos na maioria das vezes nos leva a adquirir os tão indesejáveis
quilinhos extras e a desenvolver doenças metabólicas.
É neste momento que reavaliamos o sentido de
nossa alimentação e procuramos nos reestruturar, e por que não nos reeducar?
A reeducação alimentar consiste em aliar uma
alimentação balanceada, aos hábitos e costumes do indivíduo, sem que ele deixe
de comer tudo o que gosta!
O ideal é que o processo
seja feito individualmente e com orientação de um nutricionista, pois uma
recomendação pode ser adequada para uma pessoa mas não será para outra. Deve-se
levar em conta o estilo de vida, assim como a presença de doenças
pré-existentes.
E como a reeducação requer
um novo estilo de vida saudável, o nutricionista tem como função o incentivo à
prática de atividade física, sempre orientada por um profissional da área de
educação física, claro!
Através de um plano alimentar equilibrado conseguimos nutrientes
necessários para um bom desempenho durante os exercícios, porém em alguns
casos, necessita-se de uma ajudinha extra, e é aí que entramos com os
suplementos, que são poderosos aliados ao processo de emagrecimento, diminuição
do percentual de gordura e aquisição de massa magra. Sem contar ainda que
podemos utilizá-los para
melhorar ou intensificar a capacidade de trabalho em indivíduos sadios, pois
eliminam a sensação dos sintomas de cansaço e fadiga física e mental,
potencializando desta forma, a performance.
Geralmente as
pessoas associam que praticantes de atividade física devem consumir muita
proteína e pouco carboidrato, porém temos que lembrar que este último nutriente é a primeira fonte de energia ao corpo,
além de ter outras funções importantes, como preservar a proteína, pois quando
o consumo de carboidrato é insuficiente, o corpo utiliza a proteína como fonte
de energia e dessa forma ela não pode exercer sua função que é o crescimento,
manutenção e reparo de tecidos.
As proteínas são sim, parte importante desta construção do corpo ideal, pois fazem parte
das fibras musculares, portanto é essencial no aumento da massa muscular. A
quantidade que deve ser consumida depende da sua necessidade calórica, do tipo
do exercício e a duração. Caso a ingestão calórica seja inadequada, a proteína
poderá ser utilizada como fonte de energia e não estará disponível para o
aumento da massa muscular.
Não podemos
nos esquecer, porém, das gorduras, vitaminas e minerais que também desempenham funções necessárias, e o
equilíbrio de todos eles é que faz o plano ficar adequado.
Deve-se
enfatizar sempre a harmonia entre macro e micronutrientes, para que o corpo
entre em sintonia e responda de forma satisfatória, e a melhor maneira de saber se estes nutrientes
estão em harmonia é procurando a ajuda de um nutricionista.
Viviane Felisberto
Da Silva – CRN 12101067
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Pag. 14 - SUP atrai inúmeros seguidores no Brasil e no mundo
Praticante do StandUp – esporte aquático que mais cresce no
Brasil, Marcos Vidigal conheceu o SUP em 2011, quando uma das etapas do
campeonato foi realizada na praia de La Torche (França), onde morou por alguns
anos. Sua experiência com esportes aquáticos começou aos 8 anos de idade quando
ele praticava surf no litoral capixaba
No ano passado (2013) quando residia no Espírito Santo, foi
convidado a competir na praia francesa de La Torche como WildCard (convidado
especial). Já neste ano de 2014, participou do Alagoas Pro Islan (mar/abri/2014)
– maior etapa do mundial e também valendo pelo ranking brasileiro, onde se
classificou em 9º lugar, e em 7º na última etapa do Brasileiro na Costa do
Sauípe (BA), realizado em agosto desse ano.
Além desses dois últimos eventos, Marcos classificou-se em
2º lugar no 1º Campeonato de Aracruz (ES) realizado nos dias 30 e 31 de agosto
desse ano.
O Stand Up é o esporte aquático que mais cresce no Brasil e
no mundo nos últimos anos, bem acessível e fácil de se identificar, ele
continua trazendo mais adeptos a cada dia.
Com o intuito de angariar mais adeptos do SUP, Marcos
Vidigal vem fazendo seus próprios vídeos em HD e fotos com sua Gopro,
produzindo materiais originais que circulam pelas redes sociais, movimentando
um bom número de acessos de atletas interessados no SUP.
Em julho desse ano, Marcos participou de três episódios do
Programa Irmãos Vaz no Canal Off, sobre a Etapa do Mundial La Torche Pro 2013,
na França.
Marcos Vidigal é um atleta antenado, multifacetado. Já atuou
no cenário musical nacional e internacional (Europa) como vocalista e
instrumentista de várias bandas. Hoje a música é um de seus hobies e ainda faz
algumas participações especiais em algumas bandas.
Para os próximos anos (2015/2016) Marcos Vidigal espera
continuar participando das etapas do Circuito Brasileiro de SUP e ficar entre
os 5 primeiros no ranking; participar de algumas etapas do Mundial de SUP e
continuar a produzir vídeos e fotos para divulgação da marca.
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Pág. 15 - A importância da atividade física para pessoas com deficiência mental
A pessoa com deficiência mental é aquela que se
difere por sua característica mental, sua capacidade sensorial, característica
neuromotora, seu comportamento social e a sua capacidade de comunicação.
De muitas maneiras o corpo humano pode ser
comparado a uma máquina que converte uma forma de energia em outra na execução
de um trabalho, com isto, o funcionamento do corpo é mantido por um equilíbrio
dinâmico que necessita de atividades para funcionar normalmente, a quebra deste
equilíbrio, causada, por exemplo, pelos hábitos alimentares errôneos ou pela
vida sedentária pode resultar em doenças crônico-degenerativas e desordens
emocionais (Baranti 1990).
A prática de atividades física para um deficiente é
muito importante, pois trás a ele benefícios físicos e psicológicos. No físico
podemos constatar a melhora da agilidade, equilíbrio, força muscular,
coordenação motora, resistência física, melhora nas condições organo-funcional
(aparelhos circulatório, respiratório e digestivo) velocidade, ritmo e
principalmente, melhora nas realizações das atividades diárias.
Já no psíquico, podemos observar nitidamente a
melhora na auto-estima, a interação social, a redução da agressividade, o
estímulo a independência, a autonomia, a superação de suas limitações, entre
outros benefícios.
Dessa forma, a execução da atividade física se
torna essencial para a saúde, a longevidade e a produtividade na vida dessa
população tão especial.
É imprescindível respeitar as limitações, adequando
as modalidades e os objetivos pessoais desses alunos. É preciso haver
acompanhamento e muita atenção na hora de executar um movimento, evitando assim
acidentes, e o mais importante estimular sempre o desenvolvimento da potencialidade
de cada um.
Brunna Barbati
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Pag. 16 - Será?
A ASP South America forneceu dados para calcular a
probabilidade de Gabriel Medina se tornar o primeiro brasileiro campeão mundial
de surf da história. Faltam apenas duas últimas etapas para o término da
temporada, em Portugal e no Hawaii. Sete surfistas ainda estão matematicamente
na disputa pelo título. Confira abaixo:
Se vencer a etapa em Portugal, Gabriel Medina é campeão
mundial.
Se for vice, comemora o título antecipado se Kelly Slater
não for o vencedor.
Caso chegue nas semifinais, Medina só não será campeão mundial
se Kelly Slater ou Mick Fanning vencer o Rip Curl Pro e também o Billabong Pipe
Masters.
Se chegar às quartas-de-final, apenas Slater e Fanning podem
tirar o título do brasileiro. Slater precisaria de um segundo e um primeiro
lugar nas duas etapas que restam. Fanning teria de vencer as duas.
Se chegar até a quarta fase, Taj Burrow e Michel Bourez
(sexto e sétimo colocados) já estão fora da disputa. Slater precisaria de no
mínimo um 3º lugar em Portugal. Mick Fanning precisaria ser finalista. Joel
Parkinson e John John Florence teriam que vencer as duas próximas etapas.
SITUAÇÃO
Após a etapa de Hossegor, Gabriel Medina manteve a distância
de 6500 pontos para o vice-líder Kelly Slater. Slater poderia ter se aproximado
na pontuação, mas, assim como Medina, caiu nas quartas-de-final. Como todos
atletas podem descartar seus dois piores resultados no ano, hoje Medina
descartaria o 13º lugar no Rio e o 9º em Bells Beach. Slater descarta um 13º e
um 5º lugar. Ambos atletas fizeram quatro 5º lugares no ano, mas apenas Medina
venceu etapas.
Errata: segundo João Carvalho, assessor de imprensa da ASP
South America, houve um erro nos cálculo e Medina não pode conquistar o título
em Portugal se for eliminado antes da quarta fase..
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Pág. 18 - Aconteceu
As atletas Flávia Tavares, Ana
Paula Mill, Adailza Pimentel e Lila Tavares que conquistaram medalha de ouro na
prova de revezamento 4 x 200 m livre feminino na categoria 160+, em abril de
2013, na inauguração da piscina olímpica do Grêmio Náutico União, em Porto
Alegre (RS), conquistaram ainda um outro feito. O tempo delas foi considerado
pela ABMN como o 7º melhor tempo do mundo e também o recorde brasileiro e
sul-americano pela TOP 10 FINA (Federation Internationale de Natation).
Parabéns para as atletas e para o técnico Laurindo Dumbra. As atletas receberam
a premiação do TOP 10 FINA durante a Copa Brasil, que foi realizada em Foz do Iguaçu
(PR). O tempo foi conquistado na 51ª edição do Campeonato Brasileiro Master de
Natação.
O Boxe Olímpico do Brasil conquistou mais duas importantes
vitórias no torneio Leszek Drogsz Memorial realizado na Polônia. O capixaba
Carlos Rocha venceu o húngaro Norbert Kalucsa por 3:0 e garantiu presença na
final da categoria galo (56kg). Carlos vai enfrentar o norte-americano I´Rico
Quinn no próximo dia 20. O Brasil é o único representante sul-americano no
torneio Leszek Drogsz Memorial, que reúne 92 boxeadores de 14 países: Brasil,
Turquia, Israel, Estados Unidos, Armênia, Irlanda, Hungria, Bielorrússia,
Bélgica, Lituânia, Ucrânia, Irlanda, Polônia e Rússia.
Os capixabas, amantes do basquetebol tiveram a oportunidade
de matar as saudades de seu astro maior, Anderson Varejão. Tudo porque ele
participou dos jogos da pré-temporada da NBA aqui no Brasil (Rio de Janeiro)
defendendo a sua equipe, o Cleveland Cavaliers.
Foi realizado no mês de setembro mais uma edição do Torneio
Independência de Volei de Praia, na Praia da Costa com organização de Flavio
Pitanga e apoio da Cobra d´Água.
Aconteceu na Praia do Suá, em Vitória mais uma edição do
Aloha Spirit Festival, com a participação de vários competidores de todo o
estado e do nosso amigo Cláudio Tripa Campana, que levou a melhor na sua
categoria.
No início desse mês foi realizado na Praia do Buraco, o
surf-treino da Maresias nas categorias open e feminina. Com a organização de
Marcos Vidigal. O evento foi sucesso absoluto e teve ainda um show com a Banda
INTOXICOS.
O Ginásio Rennan A. Gois, em Vila de Itapemirim foi palco no
último dia 11 de outubro de mais uma edição do MMA Show Time Fights 3, cuja
luta foi transmitida ao vivo pelo canal COMBAT. Além do Diego Rodrigues Pralon
- que é o nº 1 do MMA capixaba, e atual campeão do HCC, categoria 65 kg,
participaram ainda os atletas: Paulo Zé Doido Machado e Schrek.
Foi realizado no último dia 19 de outubro no Ginásio do
Tartarugão a II Copa Troféu Barradão de Jiu-Jitsu, com a participação do atleta
Diego Rodrigues Pralon - nº 1 do MMA capixaba, e atual campeão do HCC,
categoria 65 kg.
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Pág. 20 - Vila Velha aguarda a chegada do verão e das Olimpíadas 2016
O verão está chegando e trazendo
consigo a expectativa da realização de grandes eventos esportivos em Vila
Velha. De acordo com o secretário de Esportes de Vila Velha, Alexandre Salgado
o calendário já está pronto, o que falta é viabilizar os investimentos junto a
iniciativa privada e parcerias com os governos estadual e federal para a
concretização do que já está previamente elaborado.
Para 2015 a prefeitura pretende
investir ainda mais no esporte, como projeto de ressocialização e inclusão
social através do futebol nas categorias infantis e também na categoria de
masters.
Seja como for Vila Velha possui
um grande potencial para a prática desportiva e turística, tanto que a
Prefeitura está viabilizando trazer grandes eventos esportivos, mas que só
poderão ser concretizadas se houver parcerias com os governos e a iniciativa
privada.
A Copa do Mundo desse ano no
Brasil possibilitou ao estado do Espírito Santo, acomodar duas seleções
estrangeiras de futebol, Austrália e Camarões. Como o estado está próximo do Rio
de Janeiro, e em 2016 teremos Olimpíadas no estado vizinho, o Espírito Santo já
se coloca à disposição de algumas delegações estrangeiras para acomodar seus
atletas por aqui, e segundo Alexandre Salgado uma das primeiras delegações que
já mostraram interesse em vir para Vila Velha é o triathlon da Austrália.
- Nós temos uma conversa bem
adiantada com a equipe de triathlon da Austrália, eles já vieram aqui, fizeram
uma visita técnica, acompanhamos até o local, a Confederação Brasileira de
Triathlon fica aqui, acredito que essa equipe vai fechar com a gente, para ter
sua base aqui. Mas nós temos várias estruturas que podem atender como suporte
para duas ou três delegações que poderão vir para cá, só que até agora elas
ainda não decidiram onde irão montar sua base, informou o secretário.
Alexandre informa também que a
vinda do triathlon australiano possibilitará ainda que outras delegações
estrangeiras venham se acomodar em Vila Velha, uma vez que a cidade possui uma
infra-estrutura que alia a urbanização com um litoral belíssimo. Tanto que o
município pretende trazer para cá, o Campeonato Brasileiro de Canoagem.
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Pág. 21 - Vila Velha investe no turismo cultural e religioso
A série de audiências públicas
realizadas esse ano em relação ao aspecto turístico, mostrou que o município
precisa investir cada vez mais no turismo como fonte de renda. Isso porque o
turismo amplia a capacidade do município em auferir recursos seja do turista,
mas também da iniciativa pública e privada, objetivando ainda melhorias em
outros setores do município, como por exemplo, a infra-estrutura e na
qualificação dos trabalhadores.
Em entrevista concedida à Revista
Gaivotas Up! o Secretário de Cultura e Turismo, Wallace Millis explicou que o
projeto turístico a ser implantado pelo município aponta três vertentes.
- O projeto que pretendemos
viabilizar será efetuado em três vertentes, a saber, qualificação,
infra-estrutura e promoção, disse o secretário.
Ele explica que do ponto de vista
da qualificação o município tem investido na realização de oficinas de formação
com o intuito de acentuar a questão da hospitalidade e receptividade, uma vez
que “nós precisamos receber melhor os nossos visitantes”, daí a necessidade que
o município de investir no trabalho de marketing de relacionamento, técnicas de
venda, estudos sobre o comportamento do consumidor, atendimento ao cliente e
estudos de língua estrangeira com o objetivo de melhorar o processo
comunicacional.
Sobre a infra-estrutura, Wallace
relata que,
- Do ponto de vista da
infra-estrutura nós temos aqui em Vila Velha alguns ativos que são
incomparáveis. Nós temos o Convento da Penha, que é uma edificação de um valor
histórico cultural simbólico religioso tão relevante que vai se tornar
Patrimônio da Humanidade. Isso vai possibilitar que o município faça captação
de recursos e vai fazer com que haja mais investimentos na infra-estrutura, não
apenas no Convento em si, mas na sua chegada.
Ele acrescentou que a Igreja do
Rosário – considerada a mais importante, por ser a igreja mais antiga do Brasil
em atividade – também receberá da municipalidade atenção uma vez que ela também
está situada no Sítio Histórico da Prainha. Porque “nós temos um segmento de
turismo religioso que já possui uma infra-estrutura que é incomparável,
principalmente nos aspectos da arquitetura e beleza”.
O secretário informou que outros
pontos turísticos como a Estação Leopoldina de Argolas, que possui uma
importância histórico, cultural e simbólica também receberá da municipalidade a
devida atenção.
- A Estação Leopoldina de
Argolas, tem uma importância histórica, cultural e simbólica muito grande porque
ali é uma das raras construções na cidade que possui art-déco. Um prédio com arquitetura belíssima e que está abandonado
há décadas.
Ele relatou que, dentro do ponto
de vista da infra-estrutura a Barra do Jucu, também ganhará investimentos uma
vez que ali pratica-se o turismo gastronômico, uma vez que Vila Velha, possui
uma culinária particular que agrada a todos os visitantes.
Finalmente na área da promoção ele espera vender Vila Velha,
como destino turístico.
- É preciso vender Vila Velha como destino turístico, por
isso que o aspecto promocional ganha relevância, uma vez que nossos técnicos
tem participado de eventos turísticos de operadoras, de agências de viagem e de
instituições de mercado turístico para estabelecer uma interlocução, de
experiências de bench-marketing no
Brasil e no mundo para atrair os turistas tanto nacional como
internacionalmente, explicou.
De acordo com dados do Convention Bureau, o município de
Vila Velha recebe anualmente um milhão de pessoas, sendo que mais de oitocentas
mil apenas na alta temporada que abrange o verão, as festas de fim de ano, e a
Festa da Penha.
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Pág. 22 - Pensamentos
Complicar sem perceber
Mentir para poder acreditar ou
Sorrir pra disfarçar
Um segredo combinado, ou
Falar o que não queremos dizer
Viver na contra mão, ou
Fazer das lembranças um lugar seguro
Procurar desculpas e motivos pra não encarar
Ser covarde!
Não.
É fácil
Meus olhos me entregam
Minhas palavras me deletam
Meu sorriso me condena
O sentimento vem da alma
E a saída?
Não cabe só a mim resolver
Perder de vista não importa
O melhor ficou guardado
Sem desculpas, sem medos
Pura essência do meu ser
Amar
Por simplesmente AMAR!
Por Johnny de A. Ourives
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domingo, 31 de agosto de 2014
Capa da Edição de setembro/2014
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Página 03 - Editorial
Depois de um ano abordando temas como política e assuntos
variados, a Revista Gaivotas resolve mudar o foco e seu rumo, partindo para
assuntos mais específicos e que abrangem um público leitor ávido por uma
revista que realmente tenha matérias jornalísticas mais interessantes.
Dessa forma a revista passa por uma profunda transformação e
passa a mostrar assuntos como esportes, turismo, cultura, meio ambiente,
inclusão social, veículos, saúde e, nutrição, ou seja, assuntos que realmente
atraem os olhares de quem deseja passar momentos de lazer folheando e
apreciando o que há de mais bonito no estado do Espírito Santo.
A expectativa diante do novo rumo é grande, tanto de quem
irá participar como de nós da Revista Gaivotas Up! Desejamos fazer uma revista
que seja leitura mensal de cada um de vocês.
À Direção.
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Página 04 - Skatistas rebeldes ou surfistas de asfalto?
Eles são considerados rebeldes e irados, mas o que mais
desejam é apenas surfar no asfalto, ou fazer manobras radicais nas praças, em
bancos de madeira, rampas, apoios de metal, ou simplesmente descer ladeiras
fazendo inúmeras acrobacias.
O skate além de diversão também é um desporto. Inventado na
Califórnia, nos Estados Unidos, seu propósito consiste em deslizar sobre o solo
e obstáculos equilibrando-se em uma prancha, chamada de shape (em inglês:
deck), dotada de quatro pequenas rodas e dois eixos chamados de trucks. Com o
skate executam-se manobras de baixos e altos graus de dificuldade.
No Brasil, o praticante de skate recebe o nome de skatista, enquanto que em Portugal, chama-se de skater. O skate é considerado um esporte radical, por causa do seu aspecto criativo, cuja proficiência é verificada pelo grau de dificuldade dos movimentos executados.
Os skates originalmente eram muito primitivos, não possuíam nose nem tail, éram apenas uma tábua com quatro rodinhas. O crescimento do
“surfe no asfalto” se deu de uma maneira tão grande que muitos dos jovens da
época se renderam ao novo esporte chamado skate. Surgiram, assim os primeiros
skatistas da época.
A história do skate – No início da década de 1960, em uma época de marés baixas e seca na região do litoral da Califórnia, mais precisamente na cidade de Los Angeles, os surfistas queriam fazer das pranchas um divertimento também nas ruas, daí criaram uma nova maneira de surfar nas ruas chamada de sidewalk surf. Em 1965, surgiram os primeiros campeonatos, mas o skate só ficou mais reconhecido uma década depois.
Em 1973, o norte-americano Frank Nasworthy, inventou as
rodinhas de uretano, que revolucionaram o esporte. Com isso um skate passou a
pesar por volta de 2,5 kg.
Dois anos depois, 1975, um grupo de garotos revolucionou
ainda mais o skate, ao realizar manobras do surf sobre ele. Esses garotos eram
os lendários Z-Boys da também lendária equipe Zephyr.
Em 1979, Alan Gelfand inventou o Flatground Ollie, manobra
com a qual os skatistas ultrapassam obstáculos elevados e é base de qualquer
manobra. A partir disso, o skate nunca mais foi o mesmo. Essa manobra
possibilitou uma abordagem inacreditavelmente infinita por parte dos skatistas.
Não se pratica street style sem o domínio do Flatground Ollie. Tom "Wally"
Inouye também foi uma figura importante na história do skate na década de 1970.
Ele é mais conhecido pela assinatura de manobras como wall rides e backside
airs. Inouye começou IPS (Serviço de Piscina do Inouye) nos anos 1970 e foi um
dos primeiros esqueitistas de piscina.
O primeiro esqueitista nipo-brasileiro a chegar no Brasil
foi Jun Hashimoto em 1975. O mesmo abriu as portas para três gerações de
descendentes japoneses no skate. Nomes importantes como o esqueitista
brasileiro Lincoln Ueda.
A primeira revolução no esporte – A década de 1980, um dos revolucionários do esporte, principalmente na modalidade freestyle, foi Rodney Mullen. Rodney desenvolveu várias manobras, como kickflip, heelflip, hardflip, casper, darkslide, rockslide, 50-50, body varial, nollie flip underflip, primo, reemo, varial flip, inward heelflip, 360 flip, fs flip, bs flip, varial heelflip, fs heelflip, bs heelflip etc. Grande parte das manobras atualmente praticadas é derivada dessas manobras. Rodney foi, por diversas vezes, campeão mundial, chegando a ser considerado o melhor e mais influente skatista do mundo na sua modalidade. Outro revolucionário, na modalidade vertical, foi o mito Tony Hawk. Hawk inovou a maneira como os esqueitistas devem abordar o half-pipe, sempre procurando ultrapassar os limites de criatividade e dificuldade de execução das manobras. No final dos anos 1980, mais exatamente em 1989, Lincoln Ueda, assistido pelo seu pai (que filmava suas voltas para que pudessem aprimorá-las), competiu em Münster, na Alemanha, e faturou o 4° lugar. Despontava o Brasil no cenário mundial. Lincoln Ueda também teve excelentes participações na pista da Domínio Skate Park Atibaia.
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Página 05 - Flavinho, o “Rei do vôlei de praia”
Se Cachoeiro de Itapemirim é
conhecida por ser a terra natal do Rei da Música Popular Brasileira, Roberto
Carlos, Vila Velha também se orgulha de ter um rei, Flavinho, atleta de vôlei, o
“Rei da Praia”.
Afinal de contas dos inúmeros
títulos conquistados ele destaca o de “Rei da Praia” pela AAVP, o de Campeão
Universitário, o Campeonato Brasileiro nas categorias 35, 40, 45 e 50,
Tri-campeão Brasileiro na categoria 45, Bi-Campeão Brasileiro na categoria 50,
Campeão Olímpico Mundial na categoria 50 conquistado em 2013, e nada mais nada
menos do que 112 títulos conquistados em torneios de duplas de vôlei de praia.
Flavio Pitanga, ou apenas Flavinho, como é conhecido nas areias de Vila Velha e do Espírito Santo, começou tarde no vôlei indoor (quadra) e preferiu optar pelo vôlei de praia, uma vez que essa modalidade começava a despontar no cenário esportivo em meados da década de 80. De lá para cá, Flavinho já conquistou outros títulos mais importantes que vocês podem ver no seu perfil, na página ao lado.
- Comecei a jogar vôlei muito
tarde, entre 18 e 19 anos, no Polivalente de Itaparica, há 35 anos atrás e
pratiquei o vôlei de quadra por 10 anos, até conhecer o vôlei de praia.
- A principio tentei conciliar os
dois, vôlei de quadra e vôlei de praia, mas eu vi que a praia exige demais do
atleta, e eu sempre gostei de desafios, por isso que eu vim para o vôlei de
praia. Porque no vôlei de praia é você e mais uma pessoa, você só depende de
vocês dois, na quadra são seis, então eu preferi a praia.
Bem diferente dos torneios
realizados nas praias da Costa, Itapoã e Coqueiral de Itaparica na década de
90, quando os torneios eram realizados em dois dias seguidos, Flavinho confessa
que atualmente os torneios realizados em apenas um dia, são desgastantes. No
último final de semana (17/agosto) ele participou de um torneio em Cariacica, e
quase conquistou o seu 113º título, mas não conseguiu superar o desgaste físico
e psicológico.
- Nós formamos uma parceria a 3
anos atrás, para disputar um simples brasileiro, mas quando chegamos lá, vimos
que as pessoas realmente treinam para ganhar. Chegamos lá como azarões e
ganhamos três medalhas de ouro, nas primeiras vezes que disputamos o torneio.
Ele relata que conquistou os
títulos em três categorias, a de 35, 40 e 45, e que todas as categorias são
disputadas em uma mesma competição
Quando disputava torneios nas
areias de Vila Velha, Flavinho chegou a disputar títulos com adversários que
mais tarde se destacaram pela seleção brasileira e conquistaram medalhas
olímpicas como o Emanuel, além dele Flavinho disputou torneios contra Ricardo,
Luisão, Ari e o Aluisio que residiram no Espírito Santo, e iniciaram seus
treinamentos aqui.
- Naquela época eu jogava de
igual para igual com eles. Eu era novo, eles mais novos, foi muito bom, mas o
que tira hoje os atletas de competições são as lesões. Por exemplo, eles não
tiveram grandes lesões, como eu tive, explica.
Sobre o cenário atual do vôlei de
praia, Flavinho argumenta que o estado do Espírito Santo está muito bem
representado no masculino tanto nacional como internacionalmente com os atletas
Bruno e Alisson.
Flavinho pode ser encontrado nas
areias da Praia da Costa à noite próximo ao Hotel Hostess, ministrando aulas
para meninos e meninas.
- A escolinha Cobra d´Água foi
fundada em agosto de 1993, atualmente há uma média de 50 alunos por mês, e dou
aulas para alunos de 7 anos até alunos com 50 anos, informou.
A noite de segunda-feira, 18 de
agosto era fria e já havia chovido muito durante o dia, mesmo assim alguns
garotos e meninas encararam a areia fria, para treinar saques, levantadas e
cortadas nas areias da Praia da Costa.
Atualmente com 52 anos, Flavinho
é o líder do circuito municipal e líder do circuito AMEG de vôlei de praia. E
quem deseja aprender algumas técnicas do vôlei pode encontrá-lo em algumas das
quadras de vôlei, localizadas em área privilegiada da Praia da Costa.
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Páginas 06 e 07 - Kleber Galveas e a história da reserva de Jacarenema
Foi numa manhã de domingo que
conhecemos Kleber Galvêas em sua residência na Barra do Jucu. Das explanações
sobre as pinturas e rabiscos de Homero Massena pela casa e o convite para
acompanhar mais um capítulo da saga “A Vale, a Vaca e a Pena” que iria ocorrer
meses depois, percebi em Kleber muito mais do que um contador de histórias, mas
um intelectual preocupado com o meio em que vive e com os rumos que a gestão
pública dava ao meio ambiente na cidade.
Todas essas histórias foram ouvidas enquanto saboreava um delicioso sorvete de araçaúna.
Todas essas histórias foram ouvidas enquanto saboreava um delicioso sorvete de araçaúna.
Semanas depois, armado com minhas
ferramentas de trabalho, gravador, máquina fotográfica e um bloco de anotações,
fui até a Barra do Jucu, para entrevistar Kleber.
A casa pequena, antiga e acolhedora é uma das raras casas de antigos pescadores que ainda sobrevive e se mantém em pé, graças ao cuidado de seu proprietário que a preserva com todo cuidado, pois ali dentro há algo muito valioso, pinturas e rabiscos na parede de seu mestre, Homero Massena.
Sentado na sala, Kleber expõe a
história da reserva natural que é sem sombra de dúvidas um dos grandes parques
ambientais de Vila Velha, a Reserva de Jacaranema.
- Um dia eu perguntei para as crianças onde elas iam pescar e elas me respondiam, ‘nhanhanema’ (forma fonética como Kleber entendeu o que as crianças disseram). Como não entendi, repeti a pergunta e o meu entendimento foi o mesmo, então pedi a minha mulher que me ajudasse a entender para onde as crianças iam pescar, e ela então entendeu algo como, jacaranema. Dessa forma, procurei um professor que dominasse a língua tupi e este me disse que seria algo como ‘jacare+nema’ ou seja, jacaré catingoso. Isso certamente poderia ser o lugar onde um jacaré havia morrido e seus restos mortais estavam exalando um odor muito forte, explicou Kleber.
Essa conceituação fonética foi
exposta com o intuito de compreendermos o significado e a simbologia dos
lugares existentes em nossa cidade.
Para compreender a história dessa
reserva Kleber relata que toda esta área fazia parte da mata do Juçará, que era
integrante da Mata Atlântica “possuía árvores grandiosas e animais de várias
espécies”. Essa mata estava localizada em um conjunto de ilhas entre as águas
do Rio do Congo, que vem da Ponta da Fruta e de um pequeno afluente que vem do
oeste, o Rio da Mata, ali ambos se encontraram indo desaguar na foz do rio
Jucu.
Posteriormente a construção da
Rodovia do Sol e a especulação imobiliária a área foi loteada, mas manteve-se o
verde. No início dos anos 80, as árvores monumentais foram abatidas e vendidas
para fornos de padarias. Depois atearam fogo no que restou.
- Um dia, quando andava de
bicicleta pela Rodovia do Sol, observei o fogo na mata, corri até o posto
policial e pedi que eles, os PMs, solicitassem auxílio do Corpo de Bombeiros,
mas como eu não era o proprietário da área, eles não levaram em conta o meu
apelo, pois naquela época somente os proprietários de terras é que podiam
solicitar ajuda do Corpo de Bombeiros para apagar o incêndio, conta Kleber.
É bem verdade que a preocupação
com o meio ambiente só ocorreu após a segunda metade do século passado (XX) e
posteriormente ao fim do período da ditadura militar que ocorreu no país.
- Depois disso, organizei uma
apresentação de congo em frente à prefeitura municipal, pedindo a
desapropriação da região como patrimônio natural do município, mas entrou e
saiu prefeitos e ninguém desapropriou a área. Ela só foi tombada graças a
intervenção da Banda de Congo da Barra, através do Seu Honório e Seu Alcides,
eles apoiaram a idéia e foram levados para as entrevistas defendendo o
tombamento e fornecendo inúmeras informações sobre a área. Essa participação
resultou ainda na grande divulgação da Banda de Congo, que até então tinha uma
participação obscura no cenário estadual. Finalmente a área foi tombada em
1982, pelo Conselho Estadual de Cultura, Como resultado dessa grande
articulação e envolvimento da comunidade local, alcançou-se grande repercussão
e outras iniciativas do gênero se sucederam no Espírito Santo, inspirando o
capítulo de Meio Ambiente, na Constituição de 1988, relatou.
Até então, em 1982 a única região
da localidade que podia ser considerada de mata, com uma grande extensão
contínua era Jacaranema.
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